ESCUTANDO SENTIMENTOS ERMANCE DUFAUX PDF

High to Low Avg. Ermance Dufaux Narrator of Escutando sentimentos Provide feedback about this page. Amazon Advertising Find, attract, and engage customers. Dufauz Mobile number has been verified! This book may have occasional imperfections such as missing or blurred pages, poor pictures, errant marks, etc. Get to Know Us.

Author:Akijora Faeshakar
Country:Norway
Language:English (Spanish)
Genre:Photos
Published (Last):3 August 2004
Pages:225
PDF File Size:7.33 Mb
ePub File Size:20.41 Mb
ISBN:176-6-54437-580-8
Downloads:58457
Price:Free* [*Free Regsitration Required]
Uploader:Manris



Nagrande batalha da vida, cascalhos e pepitas costumam rolarem juntos. Ao garimpeirocabeaprimaziadesaberdiferencila,afimdedaracadaumoseudestino prprio. Assim tambm so os nossos sentimentos. Necessitamos de coragem e amadurecimento perispiritual para identificlos, adquirindo condies de retirlos dapenumbradopsiquismo,eutilizloscomofator transformadordanossaexistncia.

Quemassim vive, jornadeia nos pores da existncia, onde apenas pelas frestasda misericrdiadocriador,vrstiasdeluz. Como pode o Pai da criao esperar daqueles que assim vivem, colaborao mais efetiva? Se somoscriadosimagemesemelhanadenossoPai,comoconciliar tantadiferenade propsitos? Ermancenessaobra,comaajudadeoutrosmensageirosdomundomaior,vem emnossosocorro,comointuitodenosorientar,concitandonosadeixardesermosos sicrios densmesmos.

Primeiro, pela didtica do conhecimento, vamos retirando as escamas dos olhos,quedificultamaenxergarograndedestinopeloqualfomoscriados. Apspela busca da expresso do sentir, vamos conscientizando, paulatinamente, deste grande destino. ADoutrinaEsprita,bementendida,paransummanancialdeinformaes quenosarregimentacondiesparaestedesiderato. LouvadosejaDeusNossoPaipor nos oferecer mais essa grande oportunidade, no alvorecer de uma nova era.

Bem aventuradosseremosns,sesoubermosaproveitla. Expositoresprita,comparticipaoempalestras,seminriosecongressos nacionais einternacionais. Asprovasrudes, ouvimebem, soquasesempreindciodeum fimdesofrimentoedeum aperfeioamento doEsprito,quandoaceitascomopensamento emDeus. Osterapeutasevoluntriosdispostosaserviremaoprximonatarefadeamor e recuperao espiritual no podem dispensar uma anlise cuidadosa da passagem evanglica do Filho Prdigo, constante no Evangelho de Lucas, captulo quinze, versculosonzeatrintaedois.

Essamensagemevanglicaahistriadaperegrinao humanaaolongodosevos. A histriadenossocaminharpelaconquistadahumanizao. Ningumescapoude experimentlo na espiral do crescimento. At certa etapa, foi impulso para frente. Depois, quandoa racionalidadepermitiu acapacidadede escolher, tornouse amatriz nozolgica das dores humanas, transformandose no hbito doentio de atender aos caprichospessoais. A centralidade dohomemnoegoestruturoua arrogncia sentimento de exagerada importnciapessoal.

Perdemosocontatocomafonteinexaurveldavida o self Divino e passamos a peregrinar sob a escravido do eu. O resultado mais infeliz desse caminhar apartado de Deus foi uma terrvel sensao de abandono e inferioridade. O atodearrogar constituiu, pois,a proteoinstintiva daalma contraa sensaodemenosvalia.

Essefoiseu primeiropassonoprocessoevolutivoemdireo iluso,ouseja,acriaodeumaimagem idealizada ummecanismodedefesapara no desistir , que fixou a vida mental em noes delirantes sobre si mesma. Assim nasceramnotempoasmatrizespsquicasdasmaisgraves patologiasmentais. Essa autoimagem o delrioprimitivo, um recurso que, paulatinamente, a conscinciafoiobrigadaaconstruirnoconjuntodaspercepesdesimesmaparase defenderdasensaodeindignidadeperanteavida.

Nessa tica podemos pensar em psicopatologias como uma recusa em ser humano, uma desobedincia por no querer assumir o que se na caminhada do progresso.

Tornarse humano significa assumir sua pequenez no todo universal, ter conscincia da cruel sensao de desconexo com o Criador e do que realmente 16 Wander leyS. Mastambmsignificaassumirsecomo FilhodeDeus,umFilhoPrdigodeheranasexcelsasqueprecisadescobrilasporsi prprioeadquirir ottulodeHerdeiroemSuaObra. Issoexigetrabalho,dinamismo, aoeresponsabilidade. Portanto, a velha questo filosfica da realidade mais velha do que se imagina.

Fragmentaopsquicanoserestringeapenasaoresultadodedesajustesou traumas. Existeumdesajusteoriginal,umgatilhomilenardosprocessospsquicosdo Esprito, agravados pelas sistemticas recusas em admitir a realidade ntima no peregrinar das reencarnaes.

Esse mecanismo defensivo primitivo foi trazido para a Terra por almas desobedientes que o consolidaram em outros orbes. As noes de abandono e castigo trazidas com os deportados incitaram os habitantes singelos da Terra a imitarem as atitudes de rebeldia, orgulho, revolta e desvalor.

Analisar o adoecimentopsquicosemessaanamneseontolgicoespiritualdesconsideraracausa profundadasenfermidadessobaperspectiva sistmicadaevoluo. Algumaspatologiasconstitucionais,endgenas,encontramexplicaesricasna compreenso das histrias longnquas da deportao. Isso no uma hiptese to distante quanto se imagina, porque os efeitos dessa histria milenar so ativos e determinantes na atualidade em bilhes de criaturas atormentadas e enfermas.

O desajusteprimrio,adificuldadeemaceitararealidadeterrena,fatorpatognicode bilhes de almas reencarnadas e de mais um conjunto de bilhes de outras fora do corpo, formando uma teia vibratria psictica no cinturo da psicosfera terrena.

A energiaemanadadasensao coletivadeinferioridadeumaforaepidmicaquepuxa ohomemparatrsedificultao avanodosqueanseiampelaascenso. O tamponamento mental na transmigrao intermundos foi parcial. Os smios psquicos, quando fora do corpo pelo sono fsico, tinham noes claras do sucedido, acendendo o destrutivo pavio da inconformao ao regressarem carne, dilatando a sensao de priso, dio erebeldia. O atoderebelarse passoua ser uma constante nas comunidades que se formaram. Estamos falando de um tempo aproximadodetrintaa quarentamilanospassados.

Surgem, nesse contexto emocional e psicolgico, entre dez a vinte mil anos atrs,asprimeirasmanifestaesdeperfeccionismooanseioneurticoderesgatedo perfeito dentro da concepo dos anjos decados. Um litgio que essas almas deportadasassumiramcom Deusparaprovaremagrandezaquesupunhampossuir. Outeramos tambmahiptesedeumaloucuraaprendida? Quecasosdepatologiasseenquadrariam no perfil psquico dos que habitavam a Terra antes da vinda dos deportados?

Que componentes nas doenas severas nos permitem analislascomorebeldiaimitada ou rebeldia processual? Que natureza de obsesso envolve as patologias severas? At onde e comoa vivnciado Espritoerranteinfluencianessecontexto? Lanandoo olhar para to longe nas rotas de crescimento humano, ficamais permissvel compreender a estreiteza dos conceitos de muitas correntes das cincias psquicas, que esboam uma valorosa cartografia da mente, porm, rudimentar, incompleta.

Mormentedoscasosrarosedesafiantesquetmsurgido na transio do planeta, cujo Cdigo Internacional de Doenas insuficiente para classificar. Igualmente, imperioso considerar a relao entre psicopatologia e erraticidade. Existemignoradoslancesdedoremortepsicolgicaquesodeflagrados em aglomeraes subcrostais ou regies abissais da Terra onde transita uma semicivilizaodealmas. Reencarnarnoto fcilquantopossaparecer.

Cadahistriaindividual requer inmeros quesitos para ser disponibilizada. Laos afetivos, urgncia das necessidadessociais,naturezadoscompromissoscomosseresdasregiesdamaldade. Os pontos de anlise que pesam para a possibilidade de um Esprito reencarnar so muito variados. H coraes que nesse trajeto de deportao, ou seja, nos ltimos quarentamilanos,estiveram nocorpomenosdevintevezes.

Oquesignificaafirmarque reencarnam aproximadamente de dois em dois mil anos. Outros no reencarnam h maisdedezmilanos. Portanto, como analisar doenas mentais graves sem considerar que estagiamos na vida dos Espritos, pelo menos, dois teros do tempo da evoluo, incluindo a emancipao pelos desdobramentos noturnos?! Como ignorar a decisiva influnciadasexperinciasdaerraticidade? Enquantooshomens,luzdoEspiritismo, analisamaraizdesuaslutas ntimas,lanandooolharparaasvidaspassadas,urgeuma reflexosobreainflunciadas experinciasdoEspritoerrante.

Inmerasalmasjrenascemadoecidas,isto,comoscomponentespsquicos enfermiosemefervescncia. Perdem o prazer de viver ou nunca oexperimentam em decorrncia da fora dos laos que ainda mantm com essas regies infernais da erraticidade. Ele se acha como tendo sado de um nevoeiro e v o que o distancia da felicidade. Nomaisiluses: vascoisasnasua realidade.

Naerraticidade, o Esprito descortina, de um lado, todasas suas existncias passadas;deoutro,ofuturoquelheestprometidoepercebeoquelhefaltaparaatingi lo. Os profissionais da sade mental e mesmo quantos sofrem o amargor do adoecimento psquico necessitam aprofundar a sonda do conhecimento nessas desafiantes questes. Somente atravs de laboratrios de amor nos servios de intercmbios socorristas, realizados distantes de preconceitos e convenes, poder o mdico ou o pesquisador esprita deflagrar um leque imenso de observaes e informaesparaauxiliara humanidadecansadaeoprimida.

Alm dos reflexos que conduzem em si mesmos, os doentes mentais cujos quadrosexibem componentes dessanaturezaainda sofrem de simbioses intrigantese 18 Wander leyS. A histria da evoluo da alma na humanidade assunto de valor na erradicao dos mais variados problemas sociais.

J no basta mais uma anlise perfunctriadaslutashumanas. Imperiosoqueoscoraesmaiscomprometidoscoma arte de amar, estando ou no sob a luz da cincia, lancemse ao mister da pesquisa fraterna e da investigao educativa, em atividades que transponham os limites institucionais do exerccio medinico ou de terapias experimentais, no intuito de rasgaremvus. No h descrio possvel das torturasmorais que constituem a punio de certos crimes. Mesmo o que as sofre teria dificuldade em vos dar delas uma ideia.

Indubitavelmente,porm,amaishorrvelconsisteempensaremqueestocondenados sem remisso. Possivelmente, a esmagadora maioria da populao terrena, por essa razo, estejasituadapsicologicamentenapassagemdoFilhoPrdigoexatamentenoversculo dezenove quediz: J no sou digno de ser chamado teu filho; fazeme como um dos teus jornaleiros. ArotaevolutivadosFilhosPrdigos quesomostodosns umpercurso de esbanjamento psquico atravs da atitude arrogante.

Tal ao no poderia ser correspondida comoutrasensaosenodevaziointerior,cansaodesiedesvalimento, que so os elementos emocionais estruturadores da depresso doena da alma ou estado afetivo de penria e insatisfao. A terminologia contempornea que melhor defineessecaossentimentalabaixaautoestima,quadropsicolgicoquenosenseja ampliar ostensivamente os limites conceituais dos episdiosdepressivos, sobenfoque doEsprito imortal.

Nesta hora grave pela qual passa a Terra, um destrutivo sentimento de indignidade aninhase na vida psicolgica dos homens. Rarssimos coraes escapam dos efeitos de semelhante tragdia espiritual, causadora de feridas diversas. Uma dolorosasensao de inadequaoedesvalorpessoalassomaocampodasemoescom efeitoslastimveis. Abandono, carncia, solido, sensao de fracasso e diversos tormentos da mente agrupamse na construo de complexos psquicos de desamor e adversidade consigoprprio.

SalientaSantoAgostinho:Vemumdiaemqueaoculpado,cansadodesofrer, como orgulhoafinalabatido,Deusabreosbraosparareceberofilhoprdigoqueselhe lanaaos ps. Imprescindvel atestar que nossa trajetria eivada de quedas e erros no retiroudenenhumdensaexcelsacondiodeFilhosdeDeus. AMisericrdia, todavia, noconivente. Esperanosnocadinhoeducativodo serviopacientedoburilamentontimo. Contraosanelosdeascenso,encontramosem nossa intimidade os frutos amargos da semeadura inconsequente.

So foras vivas e renitentesavencer. Sem dvida, a ignorncia cultural causa de misrias sociais incontveis, entretanto, a ignorncia moral, aquela que mata ideais e aprisiona o homem em si mesma, amaiorfontedepadecimentosdahumanidadeterrena. Quantasreencarnaesnestemomentotmporobjetivoprecpuorestabelecer o desejo de viver erecuperar aalegria de sentirse em paz!

Como operar semelhante transformaosem aaplicaodacaridadeconsigomesmo? Criados para oamor, nosso destino gloriosoea integrao coma energiada vidaecomaliberdadeemseusentidodeplenitudeepazinterior.

JCM 5046 PDF

Escutando Sentimentos Ermance Dufaux

.

BF459 TRANSISTOR PDF

ERMANCE DUFAUX PDF

.

Related Articles